Itaipu impulsiona queda nas contas de luz dos brasileiros com tarifa competitiva

Usina mantém uma das tarifas mais baixas do país e ajuda a conter o custo da energiaFotos: William Brisida /…

Usina mantém uma das tarifas mais baixas do país e ajuda a conter o custo da energia
Fotos: William Brisida / Itaipu Binacional

Com uma tarifa ainda mais competitiva em 2025, a Itaipu Binacional reforça sua contribuição direta para a redução das contas de luz dos brasileiros. Desde a quitação integral da dívida de construção, em 2023, a hidrelétrica vive uma nova fase, marcada por eficiência operacional e estabilidade. Hoje, Itaipu se consolida como a segunda produtora de energia mais barata do país, reafirmando seu papel estratégico no fornecimento de energia limpa e acessível para milhões de consumidores.

A competitividade é expressiva. Em outubro, o custo médio da energia de Itaipu para a distribuidora CPFL Piratininga (SP), que passou por processo de reajuste tarifário realizado pela ANEEL, foi de R$ 221,30/MWh, valor menor que o das usinas cotistas da Lei 12.783, de 2023, valorado em R$ 222,59/MWh, e bem abaixo da média de aquisição de energia pelas distribuidoras, o chamado ACR médio 2025, que foi de R$ 307,29/MWh. Para 2026, a ANEEL projetou um valor médio de R$ 342,71/MWh, o que ampliará ainda mais a vantagem competitiva da Itaipu.

“Essas reduções sucessivas consolidaram Itaipu como uma das fontes de energia mais competitivas do mercado regulado brasileiro, contribuindo para a modicidade tarifária — ou seja, tarifas mais acessíveis — e para a previsibilidade dos custos das distribuidoras de energia”, destacou o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Enio Verri.

Quando comparada aos contratos de leilões de energia realizados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) nos últimos dez anos, Itaipu mantém posição de destaque, apresentando a segunda tarifa mais competitiva entre todas as usinas. Seu custo só é superior ao registrado nos Leilões de Energia Existente (LEE), cuja média foi de R$ 217,60/MWh.

Neste ano, o custo da energia de Itaipu ficou 33,5% abaixo da média dos leilões feitos pela CCEE, estimada em R$ 362,20/MWh, consolidando a usina como um dos ativos mais eficientes e vantajosos do setor elétrico brasileiro.

“Em 2025, a tarifa praticada por Itaipu ficou abaixo até mesmo da das usinas cotistas da Lei nº 12.783, de 2013. Essa economia reforça a importância de Itaipu não apenas como fonte de energia, mas também como instrumento de modicidade tarifária, beneficiando milhões de brasileiros”, afirma o diretor financeiro da usina, André Pepitone.

Diferentemente da maioria das hidrelétricas participantes do Mecanismo de Realocação de Energia (MRE), Itaipu opera com superávit de geração, ou seja, produz a maioria do tempo acima da sua garantia física. Com isso, atua como doadora no sistema, ajudando a reduzir o custo do bloco hidráulico e reforçando a estabilidade financeira e operacional do Setor Elétrico.

Mais de quatro décadas após o início de sua operação, Itaipu reafirma seu papel estratégico: energia limpa, de baixo custo e sustentável — uma força motriz para o desenvolvimento conjunto do Brasil e do Paraguai.

Energia firme e segura

A transformação da matriz elétrica brasileira marcada pela expansão acelerada das fontes eólica e solar, especialmente nas regiões Nordeste e Norte, mudou o jogo: Itaipu passou de grande fornecedora de energia para pilar de estabilidade operativa do Sistema Interligado Nacional (SIN) com entrega de potência na ponta e rampa rápida, estabilizando o sistema quando o sol se põe.

Além de assegurar uma tarifa baixa e competitiva, Itaipu investe na manutenção, modernização e atualização tecnológica da usina, bem como na modernização do sistema de transmissão em corrente contínua, que transmite do Paraguai para o Brasil a energia produzida pelo setor de 50 Hz.

Somados a isso, os investimentos socioambientais que envolvem, entre outros, a proteção de bacias hidrográficas, saneamento e recuperação florestal têm sido essenciais para a segurança hídrica e para a garantia de produção de energia limpa e renovável por pelo menos mais 194 anos, tempo de vida útil estimado do reservatório.

“Nossa produção de energia começa muito antes da água passar pelas unidades geradoras. Nasce na proteção e na educação ambiental. É assim que garantimos hoje a estabilidade que o consumidor sente na conta”, diz Enio Verri. “Investir em sustentabilidade é proteger a nossa missão e manter energia firme e acessível para o Brasil e para o Paraguai”, completa o diretor-geral.

Principais indicadores:
Tarifa Itaipu (CPFL Piratininga, 2025): R$ 221,30/MWh
Cotas Lei 12.783/2013 (média): R$ 222,59/MWh
ACR médio 2025: R$ 307,29/MWh

Publicidade (Home - faixa meio)

Bolsonaro deixa hospital e vai para casa

Ex-presidente teve alta após tratamento de pneumonia e iniciará período de prisão domiciliar autorizado pelo...

Silva e Luna promete mudança, mas não cumpre e fica no PL

Foto Reprodução Em mais um capítulo daqueles que duram menos que promessa de campanha, o prefeito de Foz do...

Rodovia das Cataratas será interditada para detonação nesta sexta em Foz do...

Rodovia das Cataratas será bloqueada nesta sexta-feira para detonação de rochasFoto: DER A Rodovia das Cataratas...

Movimento de Moro no PR pressiona prefeito de Foz a trocar de partido

As movimentações políticas no Paraná já impactam diretamente Foz do Iguaçu. A reorganização do PL e o avanço do...

Matar para atingir mulheres vira crime hediondo com pena de até 40 anos

AGÊNCIA BRASIL O Senado aprovou nesta quarta-feira (25) projeto que altera a legislação para criação do crime...

Classe C se torna protagonista do empreendedorismo brasileiro

AGÊNCIA BRASIL Quase metade dos empreendedores brasileiros pertence à classe C, considerada a classe média do...