De acordo com a regulamentação dos serviços hospitalares de urgência e emergência, a área de observação deve contar com, no mínimo, um médico para cada oito leitos, considerando a demanda de pacientes atendidos no setor.
A norma também estabelece que esses profissionais devem ser médicos plantonistas, não podendo ser substituídos por residentes ou estudantes de Medicina.
Diante da realidade enfrentada pelo Hospital Municipal de Foz do Iguaçu, surgem questionamentos importantes:
* Quantos leitos existem atualmente na retaguarda, na observação e nos corredores?
* Quantos médicos plantonistas estão escalados por turno?
* A proporção mínima de um médico para cada oito leitos está sendo cumprida?
Enquanto pacientes enfrentam filas e superlotação, muitos profissionais relatam uma rotina de intensa pressão. Se o número de médicos for insuficiente para a demanda, isso pode resultar em sobrecarga das equipes, maior tempo de espera e aumento do risco de prejuízos à qualidade do atendimento.
A população merece transparência. A direção técnica do Hospital Municipal e a Prefeitura de Foz do Iguaçu podem informar oficialmente esses números e esclarecer se a escala médica está adequada às exigências da legislação?




